Artista visual, gravador e docente, vive e trabalha entre São Paulo e Bogotá. Tem no colecionismo de fragmentos arquitetônicos e detritos encontrados no passeio público as ferramentas básicas para articular problemas fundamentais do dia a dia. Erige sua poética questionando temas como a memória, a violência urbana, as relações entre o indivíduo a história e a cidade. Parte desta pesquisa foi apresentada recentemente durante a XIII Bienal de La Habana, na ocasião do evento Indagar lo Propio do Instituto Superior de las Artes – ISA - Universidad de las Artes, Havana (2019), na exposição “Que as coisas permaneçam” na Galeria Desvio, Rio de Janeiro (2019), “Simbólica” no Memorial Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (2018) e na ocasião da oficina de gravura “A invenção do desuso ou o enigma do objeto fragmentado”, na Corporación Universitária Escuela de Artes y Letras – EAL, Bogotá (2017).

Nos últimos anos foi artista integrante do Atelier Sanitário, no Rio de Janeiro, participou da exposição “Tudo fora de ordem” no Espaço Saracura, Rio de Janeiro; “Des-Gastáre” Galeria Casa del Parque, Bogotá; e “Outras matrizes, novas poéticas” no Centro de Artes UFF, Niterói. Entre outros trabalhos, foi artista residente no Taller de Serigrafia René Portocarrero, Havana 2015 e apresentou a exposição individual “Grave” no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói 2013, entre outras exposições.

Seu trabalho faz parte da coleção do MAR - Museu de Arte do Rio e de coleções particulares.

 

Ivar Rocha

O Mundo Locomotiva Se Esfacela | 2013

Vídeo , 58’’

 Tiragem: 1/3 + 1 P.A.

Baseado na ideia de arte como informação, este filme aborda aspectos críticos do tema, criando tensão entre a informação como tal e os processos de silenciamento presentes nas mais diversas instâncias da sociedade. Partindo de dois dispositivos potentes, sendo o primeiro uma pergunta extraída da cultura pop do anos 80, - “Todo mundo tá feliz?” – da música de Xuxa Meneghel (1989) e da intervenção Arte/Pare, realizada no Recife (1973) pelo artista Paulo Bruscky, onde uma ponte é interrompida por uma fita, desafiando os motoristas a atravessá-la, O Mundo Locomotiva se Esfacela, é a princípio o registro de uma ação, onde repito o gesto de Bruscky, 40 anos depois, somando a isso, a pergunta da música. Após instalada, a faixa é abandonada, numa abordagem crítica aos aspectos materiais e simbólicos da violência, investigando a importância das imagens na manutenção de imaginários e ações brutais.

obras relacionadas

 

Ivar Rocha

Yolhesman Crisbelles 1 | 2013

Fotografia Impressão Fine Art sobre Hahnemühle Photo Rag 308gr

30 x 53 cm

Edição: 1/3 + 2 P.A.

 

Ivar Rocha

Yolhesman Crisbelles 2 | 2013

Fotografia Impressão Fine Art sobre Hahnemühle Photo Rag 308gr

30 x 53 cm

Edição: 1/3 + 2 P.A.

 

Ivar Rocha

Yolhesman Crisbelles 3 | 2013

Fotografia Impressão Fine Art sobre Hahnemühle Photo Rag 308gr

30 x 53 cm

Edição: 1/3 + 2 P.A.

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