Originalmente pichadora do subúrbio do Rio, Panmela Castro interessou-se pelo diálogo que seu corpo feminino marginalizado estabelecia com a urbe, dedicando-se a construir performances a partir de experiências pessoais, em busca de uma afetividade recíproca com o outro de experiência similar. É Mestre em artes pela UERJ; realizou projetos em mais de 15 países; teve seu trabalho exposto em instituições como o Stedelijk Museum; e está em coleções como das Nações Unidas. Recebeu inúmeras nomeações por seu ativismo pelos direitos humanos.

 

Panmela Castro

Caminhar | 2017 

Vídeo, 4' 50" - HD 720p. 

Edição: 2/3 

O vestido de noiva é um símbolo imponente, um grande fardo. Caminhar arrastando uma longa cauda pintando o chão da cidade de vermelho sangue é mapear metaforicamente a morte de milhares de mulheres, que morrem todos os dias pelo simples fato de serem mulheres, biológicas ou não. Em 2016, uma mulher foi assassinada a cada duas horas (anuário Brasileiro de Segurança Pública) totalizando 4.657 mortes. O risco de uma mulher negra ser assassinada no Brasil é duas vezes maior do que uma mulher branca.

obras relacionadas

 

Panmela Castro

Caixa Caminhar #05 | 2018
Tecido, tinta acrílica e madeira
48 X 64 cm 

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