PV DIAS

Bento Ribeiro | Acrílica sobre tela | 2019

BELÉM, PA, 1994

Vive e trabalha ENTRE BELÉM, PA, e RIO DE JANEIRO, RJ

PV Dias é um artista paraense que vive entre o Rio de Janeiro e o Pará, comunicólogo, mestrando em Ciências Sociais na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e com formação pela EAV Parque Lage no programa Formação e Deformação do ano de 2019.  Sua pesquisa pensa na estruturação das imagens de um território e em possíveis rasuras nessa estruturação.  Junto a essa frente, inicia-se também um trabalho sobre intervenções em violências coloniais dos lugares por onde o artista percorre captando registros, lugares que se dividem entre amazônia e o sudeste do Brasil. Em sua pesquisa, olha também para movimentos estéticos populares que também partem desse norte geográfico brasileiro e neles se debruça para pensar os elementos audiovisuais que os constroem e os trajetos por eles tomados. De 2013 a 2015, participou da organização do Festival de Audiovisual de Belém. Em 2019 foi destaque na revista eletrônica VICE; Participou de exposição coletiva ‘Arte Naif: Nenhum Museu a Menos’, no Parque Lage, Rio de Janeiro, com curadoria de Ulisses Carrilho; Foi entrevistado pela Revista Dobra, de Portugal; Assinou a capa da antologia poética ‘Poesias para se ler antes das notícias’ da Revista Cult;  Integrou a uma exposição coletiva no espaço Caixa Preta, com curadoria de Rafael Bqueer. Também expôs no Instituto Goethe da Bahia, com curadoria do Tiago Sant'Ana e no espaço Pence, com curadoria de Silvana Marcelina. Em 2020, foi convidado para desenhar um desenho animado para o primeiro projeto de animação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o Animam, também trabalhou junto ao instituto novaiorquino Creative Time. No mesmo ano, participou das exposições: Estopim e Segredo no Parque Lage, com curadoria de Ulisses Carrilho, Gleice Kelly e Clarissa Diniz; Como habitar o presente? Ato 1 – É tudo nevoeiro codificado na galeria Simone Cadinelli Arte Contemporânea; Casa Carioca no Museu de Arte do Rio, com curadoria de Marcelo Campos e Joice Berth, e Tá me vendo? Tá me Ouvindo? Narrativas do digital, na Casa Niemeyer, com curadoria de Ana Avelar. Em 2021, participou das exposições: Hábito/Hábitante, no Parque Lage, com curadoria de Ulisses Carrilho; Modo Contínuo, na galeria Simone Cadinelli Arte Contemporânea; Inundada, na qual foi premiado, no Museu D’Água, com curadoria de Henrique Montagne; Arte como Trabalho, com curadoria de Carolina Rodrigues, João Paulo Ovídio, Luana Aguiar e Priscila Medeiros.  

 

Possui obra nas Coleções do Museu de Arte do Rio - RJ, Casa Niemeyer – UNB e Museu D’Água -PA.  

OBRAS

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